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O primado da ignorância: quando Millôr Fernandes resolveu ler José Sarney

Crítica literária · Ensaio · Memória Quero compartilhar com vocês um dos textos de crítica literária de que mais gosto. Trata-se da análise que Millôr Fernandes fez de Brejal dos Guajas , de José Sarney, public…

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A aritmética dos imbecis e o silêncio dos que já responderam a Deus

Há uma insolência peculiar na miopia. Há quem julgue com a precisão cirúrgica que só a ignorância mais estrita lhe confere. Olham de relance, digerem mal, sentenciam em definitivo e batizam essa pressa indigesta de …

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As perguntas que jaziam em nós...

Se nós realmente ficarmos juntos — e eu disse realmente porque o irreal também nos ficou, e por um tempo foi o irreal que nos sustentou — eu penso que a nossa história já terá nascido de um jeito que não sei nomear a…

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A mais indizível das evidências

O amor é refratário à definição, e já nisso nos revela alguma coisa de si. Não porque seja vago, mas porque é demasiado. Excede. Transborda qualquer palavra que tente contê-lo. Existe antes do nosso nome. Permanece de…

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o que de mais meu a vida me deixou

Não te amo como se ama o sol do meio-dia, que fere os olhos e, no horizonte, se rende ao crepúsculo, ao lusco-fusco em que o ouro vira cinza e a luz aprende, mansamente, a despedida. Te amo como chama acesa na noite f…

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